História no TB: Telecatch Montilla

O texto que apresentamos nesse momento foi extraído do Memória Globo, um site que resgata a história da emissora no país, e fala sobre esse programa que revolucionou a Luta Livre no Brasil. Através do Telecatch Montilla tivemos acesso a grandes nomes até hoje conhecidos, e onde vimos pela primeira vez a expressão “telecatch“, repetida até hoje.

Confira o texto na íntegra.

TELECATCH MONTILLA

Período de Exibição: 04/03/1967-27/09/1969
Horário: 20h
Periodicidade: aos sábados

– O Telecatch Montilla era a versão brasileira das lutas-livres e foi um dos programas responsáveis por alavancar a audiência da TV Globo na década de 1960.
– No programa, aproveitando a distração do juiz, o vilão batia covardemente no mocinho, e o público, com raiva, gritava e jogava sapatos e guarda-chuvas no ringue. Na luta encenada, valia tudo: mordida, dedos nos olhos, tijoladas na cabeça, limões espremidos nos olhos, supercílios cortados com gilete e até bater no juiz. Quando tudo parecia perdido, o bonzinho recuperava as forças, aplicava uma série de tesouras voadoras no malvado e vencia a luta.
– Na TV Globo, o programa tinha a direção de Renato Pacote e Teti Alfonso. A narração era de Tércio de Lima e o anunciador das lutas era Jayme Ferreira
– Telecatch Montilla foi originalmente criado na TV Excelsior e passou a ser exibido pela Globo em 1967. Era transmitido ao vivo do auditório da emissora, aos sábados, inicialmente às 20h. Dois anos depois, o programa passou a ser exibido na TV Tupi. Saiu do ar em 1972.
– O principal personagem do programa era Mario Marino, um italiano que desembarcou em Buenos Aires aos 12 anos e veio para o Brasil com 24. De cabelos loiros e porte atlético, consagrou-se como Ted Boy Marino.

– O galã loiro tinha muita popularidade entre as crianças e o público feminino. Ele conta que, na época, chegou a receber mais de duas mil cartas por semana e que precisava entrar com seguranças na TV Globo devido ao assédio dos fãs. Mas os bons tempos foram interrompidos pela censura, que tirou a luta-livre do horário nobre e, depois, da programação. O espetáculo-marmelada fazia muito sucesso e ainda voltou em várias versões nas décadas de 1970 e 1980 em outras emissoras.
– Ted Boy conta que para lutar era preciso habilidade e muito treino, para saber cair. Mas, apesar do seu know-how, ele se acidentou diversas vezes: quebrou joelho, tornozelo, braço, ombro e costelas.
– Depois que o gênero saiu de moda, o lutador passou a se apresentar em clubes e teatros do interior. Participou também de programas humorísticos, como Os trapalhões e a Escolinha do professor Raimundo.
– Os outros personagens conhecidos como os reis do ringue eram: o traiçoeiro Mongol, o exótico Leopardo, o extraordinário Tigre Paraguaio, o misterioso Verdugo, o impagável Tony Videla, o irritante Rudy Pamias, o violento Rasputin Barba Vermelha, o campeão Caruso e os irmãos estilistas Beto e Sergio.

Como funcionavam as lutas de telecatch:
– As lutas colocavam frente a frente um “bonzinho” contra um “malvado”. Havia o “cruzamento de espadas”, golpe em que o lutador forçava o oponente no tablado encostando peito a peito. Se o lutador de baixo não se livrasse em três segundos, perdia o combate. Havia também a “tesoura voadora”, o golpe em que se “voava” com os dois pés no peito do adversário, mandando-o para a lona. E havia também o “soco-inglês” – uma peça metálica que se encaixa nos quatro dedos da mão, com exceção do polegar, para desferir golpes violentos no adversário.
– Só os malvados usavam soco-inglês; bonzinho se defendia. Os malvados batiam até “tirar sangue” do bonzinho. Mas Ted Boy Marino, o galã, não colocaria a cara para bater até sangrar. É que a telinha não mostrava, mas o vilão pegava no corner saquinhos de plástico com groselha. Ele fechava a mão com o soco-inglês e quando desferia o golpe na cara do bonzinho, espremia a groselha que explodia “em sangue”. No dia seguinte, o bom rapaz aparecia sem nenhuma cicatriz no rosto.
– No ringue, os personagens se digladiavam sob as marcações de uma luta ensaiada. A encenação era marcada pelo tom caricatural e cômico dos golpes e dos estilos de seus protagonistas. O programa chegou a despertar protestos de lutadores, empresários de boxe, jornalistas esportivos e pugilistas, que acreditavam que as lutas-livres ensaiadas da TV, com golpes combinados e o final previamente decidido, desmoralizavam o boxe brasileiro.

[Fontes: MESQUITA, Vinícius. “Os socos que faziam o Brasil parar”. In: Estado de S. Paulo, 26/09/1993;“Tele Catch Montilla”. In: O Globo, 11/03/1967; “A farsa do telecatch”. In: Veja, 09/04/1969; “Carne e circo”. In: Veja, 27/11/1985.]

Fonte: Memória Globo.com

TELECATCH MONTILLA

Período de Exibição: 04/03/1967-27/09/1969
Horário: 20h
Periodicidade: aos sábados

– O Telecatch Montilla era a versão brasileira das lutas-livres e foi um dos programas responsáveis por alavancar a audiência da TV Globo na década de 1960.
– No programa, aproveitando a distração do juiz, o vilão batia covardemente no mocinho, e o público, com raiva, gritava e jogava sapatos e guarda-chuvas no ringue. Na luta encenada, valia tudo: mordida, dedos nos olhos, tijoladas na cabeça, limões espremidos nos olhos, supercílios cortados com gilete e até bater no juiz. Quando tudo parecia perdido, o bonzinho recuperava as forças, aplicava uma série de tesouras voadoras no malvado e vencia a luta.
– Na TV Globo, o programa tinha a direção de Renato Pacote e Teti Alfonso. A narração era de Tércio de Lima e o anunciador das lutas era Jayme Ferreira
Telecatch Montilla foi originalmente criado na TV Excelsior e passou a ser exibido pela Globo em 1967. Era transmitido ao vivo do auditório da emissora, aos sábados, inicialmente às 20h. Dois anos depois, o programa passou a ser exibido na TV Tupi. Saiu do ar em 1972.
– O principal personagem do programa era Mario Marino, um italiano que desembarcou em Buenos Aires aos 12 anos e veio para o Brasil com 24. De cabelos loiros e porte atlético, consagrou-se como Ted Boy Marino.
– O galã loiro tinha muita popularidade entre as crianças e o público feminino. Ele conta que, na época, chegou a receber mais de duas mil cartas por semana e que precisava entrar com seguranças na TV Globo devido ao assédio dos fãs. Mas os bons tempos foram interrompidos pela censura, que tirou a luta-livre do horário nobre e, depois, da programação. O espetáculo-marmelada fazia muito sucesso e ainda voltou em várias versões nas décadas de 1970 e 1980 em outras emissoras.
– Ted Boy conta que para lutar era preciso habilidade e muito treino, para saber cair. Mas, apesar do seu know-how, ele se acidentou diversas vezes: quebrou joelho, tornozelo, braço, ombro e costelas.
– Depois que o gênero saiu de moda, o lutador passou a se apresentar em clubes e teatros do interior. Participou também de programas humorísticos, como Os trapalhões e a Escolinha do professor Raimundo.
– Os outros personagens conhecidos como os reis do ringue eram: o traiçoeiro Mongol, o exótico Leopardo, o extraordinário Tigre Paraguaio, o misterioso Verdugo, o impagável Tony Videla, o irritante Rudy Pamias, o violento Rasputin Barba Vermelha, o campeão Caruso e os irmãos estilistas Beto e Sergio.

Como funcionavam as lutas de telecatch:
– As lutas colocavam frente a frente um “bonzinho” contra um “malvado”. Havia o “cruzamento de espadas”, golpe em que o lutador forçava o oponente no tablado encostando peito a peito. Se o lutador de baixo não se livrasse em três segundos, perdia o combate. Havia também a “tesoura voadora”, o golpe em que se “voava” com os dois pés no peito do adversário, mandando-o para a lona. E havia também o “soco-inglês” – uma peça metálica que se encaixa nos quatro dedos da mão, com exceção do polegar, para desferir golpes violentos no adversário.
– Só os malvados usavam soco-inglês; bonzinho se defendia. Os malvados batiam até “tirar sangue” do bonzinho. Mas Ted Boy Marino, o galã, não colocaria a cara para bater até sangrar. É que a telinha não mostrava, mas o vilão pegava no corner saquinhos de plástico com groselha. Ele fechava a mão com o soco-inglês e quando desferia o golpe na cara do bonzinho, espremia a groselha que explodia “em sangue”. No dia seguinte, o bom rapaz aparecia sem nenhuma cicatriz no rosto.
– No ringue, os personagens se digladiavam sob as marcações de uma luta ensaiada. A encenação era marcada pelo tom caricatural e cômico dos golpes e dos estilos de seus protagonistas. O programa chegou a despertar protestos de lutadores, empresários de boxe, jornalistas esportivos e pugilistas, que acreditavam que as lutas-livres ensaiadas da TV, com golpes combinados e o final previamente decidido, desmoralizavam o boxe brasileiro.[Fontes: MESQUITA, Vinícius. “Os socos que faziam o Brasil parar”. In: Estado de S. Paulo, 26/09/1993; “Tele Catch Montilla”. In: O Globo, 11/03/1967; “A farsa do telecatch”. In: Veja, 09/04/1969; “Carne e circo”. In: Veja, 27/11/1985.]

20 Respostas para História no TB: Telecatch Montilla

  1. chino rapper disse:

    boa mms, sabe quando eu li seu artigo, me deu uma saudade!!!! tipo lembrancas que nao vivemos e nao prescensiamos, mas trazemos com a gente., é engraçado mas parece que vivi essa fase

    abraços

  2. Márcio Reginatto disse:

    muito boa matéria! obigadao

  3. Jack disse:

    Meu sonho é visitar a Cinemateca Brasileira pra procurar por algum programa no acervo que sobrou da Excelsior.

    A Globo deve ter também, mas os caras prendem informação mais do que ninguém. É impressionante..

  4. Cigano Stiner disse:

    Amigos
    Posso falar de verdade sobre este artigo, pois eu vivi esta maravilhosa época, mas o que tem de inverdade neste artigo é ao falar que: “Mas Ted Boy Marino, o galã, não colocaria a cara para bater até sangrar” “o vilão pegava no corner saquinhos de plástico com groselha”, que palhaçada, isto só fala quem não viveu, mas só ouviu historias muito mal contadas. Até hoje existe este mito sobre sangue no ringue, mas posso afirmar, e fazer se for preciso, que nós tiravamos e tiramos sangue SIM, e com Ted Boy não éra diferente NÂO. Diferença é que um bom profissional sabe o lugar certo de fazer isto, sem deixar marcas.
    Verdade “E havia também o “soco-inglês” – uma peça metálica que se encaixa nos quatro dedos da mão” coisa que fiz uso até minha última luta..kkkkkkkkkk
    No mais este artigo só tenta mostrar que a Luta Livre ( Catch as Catch Can) éra um show artistico, só que fala isto em tom pejorativo. Mas eu, e muitos outros, tenho orgulho de ser um artista do ringue e quando é preciso ser, somos sim LUTADORES com “L” maiúsculo, pois no meu tempo, e raramente hoje, iniciáva-mos no Vale Tudo, no Boxe ou Jiu-Jitsu, pra depois o Telecatch.
    Fiquem com Deus

  5. Cigano Stiner disse:

    Desculpa
    Esqueci um detalhe importante..hehehe Ai esta na foto com TED Boy o golpe que me referi em uma edição do TBCast, ” Torção de Espinhas em Gangorra Aérea” a segunda foto, isto serve pra provar o que eu não consegui explicar falando.
    Fiquem com Deus

  6. JOSE CARLOS disse:

    Sempre morei na Freguesia do Ó. No final da década de 60 e inicio da de 70, a Freguesia do Ó era o reduto dos lutadores. Tive muito contato com o Rasputim o russo barba vermelha, que na verdade era argentino, e seu filho que lutava com o nome de Dany Rei. No final do ano de 1972 eles sairam da Freguesia do Ó com destino à Argentina, onde a luta livre estava em alta. Se alguem tiver alguma noticia deles e puder me informar, agradeço.

    • Cigano Stiner disse:

      Amigo Jose Carlos

      Muito bom saber que vc gostava ou gosta da LLN e mais ainda
      em saber que vc conheceu meus queridos amigo Barba Roja e seu filho Danny Rey.
      Realmente eles moraram um tempo na Freguesia do Ó , mas não fora imediatamente, em 1972, para a Argentina, vireram um tempo aqui no Sul, Porto Alegre, depois fora embora.
      Infelizmente as ultimas noticias, faz tempo, que tivem foi que o Barba já é falecido e o Danny não luta mais a muito tempo.
      É o que posso informar a vc, mas agradeço seu comentario, pois me levou novamente a bons tempos.
      Fique com Deus

  7. Fabricio disse:

    Conheci hoje, alias… descobri hoje que o açogueiro perto do meu trampo era o Leopardo ahhahaha, ja conhecia o cara a um tempo e hoje num barzinho ele começou a desafiar (brincando claro) um amigo meu de 20 anos para uma queda de braço… e o Tiozinho de 63 anos ganhou do muleque que faz academia… foi bem engraçado, depois ele nos disse as histórias das lutas livres de antigamente

    o cara ta forte pra caramba hoje em dia!!!

    • Cigano Stiner disse:

      Amigo Fabricio
      Muito obrigado por seu comentario e espero que seja sempre um visitante deste nosso trabalho.
      Mas me perdoe, de verdade, por desapontá-lo, mas este senhor que vc falou, açougueiro, esta faltando com a verdade, pois o unico e verdadeiro Leopardo éra o mesmo que fazia Cavalheiro Vermelho e se chamava Humberto Reynoso, ultimamente morava na Argentina, sua terra natal, mas pelo que soube, ano passado, já faleceu a algum tempo.
      Posso lhe afirmar isto, pois fui grande amigo dele e de sua esposa Selva, que era cantora, e el(na época) me permitia fazer este personagem, Leopardo, por saber que eu fazia muito parecido com ele. Este amigo foi o mais profissional que conheci, pois ele mesmo fazendo 2 personagens mascarados, nunca deixava o povo saber, chegava em separado na cidade onde iamos lutar, comia em lugar separado e ficava em outro hotel, tudo para que NINGUEM soubesse que ele é a pessoa que fazia estes personagens.
      Portanto, me perdoe, mas este senhor não esta com a verdade, certo.
      Fique com Deus

      • Marcos Martins disse:

        Stiner

        Cabe deixar ao nosso amigo uma ressalva, que seu conhecido pode até ter sido sim um dos Leopardos, em alguma equipe de Luta Livre que veio depois, pois confeccionar uma fantasia igual não é difícil, mas realmente o primeiro e verdadeiro Leopardo foi o Reynoso.

  8. Manoel disse:

    Fiquei feliz ao relembrar uma parte saudosa da minha infancia, pois eu ficava grudado na TV aos domingos á noite para ver este programa, me lembro até de uma luta entre Aquiles e Ted Boy Marino que lotou o ginasio do Pacaembu, e por acaso voces sabem onde anda Aquiles ” o matador”? Um abraço.

  9. Sergio Geraldes irmão do Alberto Geraldes (irmaõs lutadores Sergio e Beto) disse:

    Quem lhe escreve é o Sergio.Gostaria de saber como posso obter copia das lutas que eu e meu irmão realizamos no tele-catch Montila.Estou morando no RJ em Ipanema,Seria o meu melhor desejo mostrar para meus netos o seu avô em plena atividade naquela época.Pena meu amigo TED ter falecido ele me fez varias visitas em minha casa em Itaipuaçu (fotos). Mas a vida continua.Me da retorno.Um abraço Sergio

    • Marcos Martins disse:

      Olá, Sergio.
      Infelizmente muita coisa daquela época se perdeu, e alguma coisa foi gravada e regravada no mesmo material. As poucas emissoras que ainda têm alguma coisa, guardam isso a sete chaves que nem os lutadores têm acesso. Daquela época tem raras coisas ainda com a Rede Globo e talvez a Record ainda tenha algo. Nós não temos nada.

    • Cigano Stiner disse:

      Grande Sergio
      Que surpresa agradavel ler este seu comentario, pois lembro perfeitamente de vcs, e falei de vcs varias vezes a meus filhos.
      Quando estive com vcs eu morava na casa,que Tety Alfonso alugava, no Botafogo lembra? Se vc recordar, só não lembro se foi com vc ou com o Beto,fui uma vez em um local na Barra da Tijuca nadar em uma piscina de um clube que vcs frequentavam, treinamos algumas vezes em São Paulo, na academia do Tedy(na Móoca)que quem cuidava éra o Pantera lembra?Tambem jogavamos poquer na casa em Botafogo com aquele monte de gringos…hehehehe vcs sempre foram muito divertidos e lembro uma passagem de vcs que se travestiram de mulher pra pegar uns vagabundos que faziam assaltos em uma praça ai no Rio.
      Cara infelizamente não temos nenhum material desta epoca, talvez o Teti Alfonso, se vc conseguir contato com ele que ainda mora ai.
      Sergio um forte abraço cheio de alegrias por saber que vcs ainda vivem e com saudade de nosso amigo Tedy, que nos falamos uns 20 dias antes dele falecer.
      Transmita meu abraço ao Beto e que Deus abençoe vcs por muitos anos ainda.
      Fiquem com Deus, deste amigo que nunca esqueceu vcs.
      OBS. : Se precisar envie email direto pra stiner@telecatchbrazil.com

  10. vicente filho disse:

    muito bom ver esse cometário, lembrando esse programa de luta livre, mesmo na época sabendo q era combinado a molecada fica enfrente a televisão, e com um agravante, a televisão do vizinho, pq na época televisão nao era pra qualquer um nao tinha q ter um bom poder aquisitivo,e compaixao pra se a porta para os vizinhos assistirem

  11. Júlio César Pinto Teixeira disse:

    Realmente os lutadores que mais estimulavam a emocao dos fas eram os mascarados. Istou por causa do misterio, quem sabe. Gostaria de saber sobre outros mascarados. O Neutron e Robin Hood, por exemplo. Por acaso o Bala de Prata ou o Scaramouche fazia algum deles… Pelos saltos acrobaticos que davam, parece. Obrigado.

  12. Saudades…esta noite snohei com o tele catch que eu e meus irmãos então com uns 10 anos de idade não perdíamos e “destruíamos” o nosso quarto após o programa com tacres e tesouras voadoras até que que chegava a campeã local…a nossa mãe com seus golpes de chinelo infalíveis….lembrei dormindo do “cavalheiro mascarado” e dos outros …não esqueçam do Crispinho o juiz dos cabelos loucos e responsável por momentos IRALIANTES dentro do ringue…hoje sou Grão Mestre 7o DAN de Taekwondo moodukkwan (não aquela “coisa olímpica” mas o verdadeiro e mortal taekwondo do exército coreano) entre outras coisas pois sou músico profissional também…sou muito grato a todos vcs pelos maravilhosos e inesquecíveis momentosdo passado …sou muito fã de todos e sempre serei…quando quiserem aparecer aqui na Federação de TKD do RJ é só me passar um email…ficaremos MUITO honrados em receber tão ilustres lutadores marciais da diferenciada categoria de vcs abrsssssssssssss e saudades dos AMIGOS .

  13. Tyrone Goulart de Souza . disse:

    boa noite ,quero parabenizar todos pelos excelentes comentários sobre tele catch no brasil, pois metrouxe boas recordações da minha infancia e juventude.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *